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ESPIRAL

Tudo volta atrás.

Até a pedra volta

a ser pó.

 

Até o pó

volta

a ser nada.

 

Até o nada

que não tem para onde voltar

volta

a algum lugar.



Escrito por Gustavo de Castro às 09h05
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RESILIÊNCIA

Capacidade de crescer positivamente apesar das dificuldades.

 

 



Escrito por Gustavo de Castro às 09h04
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LATA DE LIXO

O andarilho caminha andantes sons.

É o destino penitente dos bons.



Escrito por Gustavo de Castro às 09h01
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RASCUNHOS ÍMPIOS

Conduzindo o facho da aurora o sol ajuda a tudo esconder. 



Escrito por Gustavo de Castro às 08h59
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QUEM SOU

Sou flor bonita.

Mas não sou

flor cheirosa.



Escrito por Gustavo de Castro às 08h58
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DE MÁRIO QUINTANA

 

O poema

essa estranha máscara

mais verdadeira que a própria face...

 

(O Poema. IN: QUINTANA, Mário. Poesia Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguillar, 2005, p. 337.) 



Escrito por Gustavo de Castro às 08h55
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DO MEU DIÁRIO

Passo o dia olhando o caderno escarlate fazer desenhos com a minha mão.

Escrito por Gustavo de Castro às 08h51
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AMOR 2

A melhor parte do amor é aquela que cala.

E beija.



Escrito por Gustavo de Castro às 08h40
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ORAÇÃO DO DIA

Guarda com santidade o teu corpo num invólucro de verão. Vê que o sol é apenas uma parte ínfima de ti na imensa esfera do nada que és. Lava a cabeça com hortelã e unge tua nuca com as algas do mar. Toma o alto aos teus pés e caminha sem olhar para dentro. Porque dentro é como fora.



Escrito por Gustavo de Castro às 08h39
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DIÁRIO ÍNTIMO

O meu coração é uma explosão de pétalas amarelas.

Lentos girassóis despetalados no ar 

de verão.  

O meu coração nunca se engana porque nunca amou.

Bate sozinho a tanto tempo

que de dor em dor

ama cada amor. 



Escrito por Gustavo de Castro às 08h34
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O QUE É ISSO COMPANHEIRO?

Poesia e pensamento em busca do pensamento poema: a razão-poesia. Frasementos poéticos. Esperiâncias de um dizente desejante de Aberto. Notas de Espírito e Conhecimento. Caderno de companhia.



Escrito por Gustavo de Castro às 08h29
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OLHANDO A RUA

O mendigo lúcido.

O vento na nuca.

A parede pichada.

O colhedor de multas.

Estamos em todos.

Falhas formas.

A calota quebrada.

O dia de chuva

num dia de sol.

Estamos em tudo.

Mas não somos nada.



Escrito por Gustavo de Castro às 08h03
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AMOR 1

Guardo dentro de mim multidões. Mas só o poeta aceita o outono. Ele sabe que de cócoras chorará sobre folhas secas suas lágrimas arco-íris. Nada resolve o mistério da queda. Nada acalma o peito do que padece de amor. A não ser outro amor. Antídoto e veneno de si mesmo, o amor tem unhas de onça e boca de colibri, suas vestes em dias vermelhos é azul, enquanto que nos dias de chuva o amor voa nu sem se preocupar com os respingos de dor.

Escrito por Gustavo de Castro às 08h49
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TEMPO

 

Nada se faz a curto prazo.

 

Não se constrói, por exemplo,

um homem, a curto prazo.

 

Quem se assemelha às pedras

pode aconselhar homens.

Mas quem não sabe esperar

não deveria sequer a boca abrir.

 

Não conheço pedra lapidada

a curto prazo.



Escrito por Gustavo de Castro às 13h10
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DESERTO

Tenho desertos que nunca visitei. Lugares sem fala onde o vento viceja nadas. Pauto-me pela madrugada escutando piares de corujas brancas. Ensaio assobios com a noite sem nada lhe pedir a não ser sua "benção". Meus desertos têm a cor de uma lágrima arco-íris.



Escrito por Gustavo de Castro às 12h53
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